domingo, 20 de janeiro de 2019

AVC em idosos pode levar a quadro de incapacidade. Saiba mais!'

Uma das principais causas de incapacidade em idosos no mundo é o acidente vascular cerebral (AVC). Quando acontece em pessoas acima dos 60 anos, costuma os deixar menos comunicativos e mais isolados.
Muitas vezes, as consequências de AVC em idosos são a perda total dos movimentos de um lado do corpo, além de distúrbios na fala e audição, déficit visual e comprometimento de atividades mentais. Além das consequências físicas, as vítimas também podem desenvolver um quadro de depressão, o que dificulta mais ainda o tratamento.




Sintomas podem ajudar a detectar a doença no seu início. Foto: iStock, Getty Images

O AVC acontece quando há interrupção do fornecimento de sangue em qualquer parte do cérebro e pode ser classificado como hemorrágico e isquêmico, sendo o isquêmico o mais frequente, representando 85% dos casos. O AVC tem diferentes causas: malformação arterial cerebral (aneurisma), hipertensão arterial, cardiopatia e tromboembolia.

AVC em idosos tem alto teor de fatalidade

Em 25% dos casos, vítimas do AVC em idosos morrem após 1 mês, 66% após 6 meses e 50% após 1 ano. A maior causa de morte precoce é deterioração neurológica e contribuição de outras causas, tais comoinfecção secundária por aspiração e infarto agudo do miocárdio.
Identificar os fatores de risco e modificar os que podem ser modificados é o mais importante para prevenir a doença. Controlar com rigor a pressão arterial e o diabetes, deixar de fumar e realizar atividade física traz grande benefício.
Se a pessoa tem alguma doença cardíaca, deve procurar um médico que irá orientá-la quanto aos tratamentos preventivos adequados para seu caso. Além disso, se ocorrer algum sintoma que possa sugerir AVC em idosos, mesmo transitório, é fundamental procurar atendimento médico imediatamentepara, se necessário, controlar a doença e prevenir complicações.
Prevenção do AVC em idosos

– Diminua a quantidade de gordura na sua dieta

– Adotar uma dieta saudável melhora a sua forma física e diminui o risco para doenças vasculares (derrame, infarto)

– Parar de fumar diminui ainda mais o risco e é imediatamente eficaz

– Exercícios físicos regulares melhoram a circulação e ajudam a diminuir os outros fatores de risco para AVC

– Se você tem pressão alta, faça um grande esforço para tomar os seus remédios conforme orientado pelo médico, mesmo que você não tenha sintomas

– Se você tem diabetes, preste bastante atenção na sua dieta e tome os seus remédios adequadamente para manter o nível de glicose no sangue dentro do normal.

Sintomas de AVC em idosos

Início súbito de qualquer dos sintomas abaixo:

– Fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo

– Queda facial – assimetria quando o paciente é solicitado a mostrar os dentes ou sorrir

– Fraqueza nos braços ao ser solicitado a estender os braços para frente em um ângulo de 90° com o tronco e mantê-los na posição por 10 segundos, um dos braços não se move ou não fica mantido na posição em relação ao contralateral

– Confusão, alteração da fala ou compreensão, fala anormal ao ser solicitado a pronunciar a frase “o rato roeu a roupa do rei de Roma”, o paciente pronuncia palavras incompreensíveis, usa palavras incorretas ou é incapaz de pronunciar

– Alteração na visão (em um ou ambos os olhos)

– Alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar

– Dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente.



sábado, 19 de janeiro de 2019

Combata o calor do verão com sucos

Os dias estão ficando cada vez mais quentes e a tendência é só piorar

Os sucos são excelentes pedidas para aliviar o calor, além de serem saudáveis e ricos em nutrientes, dependendo dos ingredientes, é claro.
Receitas simples e deliciosas que você pode fazer para aliviar o calor ou até mesmo servir para aquela visita inesperada no meio da tarde. Vamos conferir?

Suco Vitaminado

Ingredientes:

  • 1 pote de iogurte de sua preferência;
  • 3 colheres de sopa de gérmen de trigo;
  • 1 colher de sopa de açúcar mascavo;
  • Folhas de hortelã a gosto;
  • 2 bananas  picadas;
  • 1 e ½ xícara de chá de suco de laranja;
  • 1 e ½ xícara de chá de suco de abacaxi.

Modo de Preparo:

Corte as duas bananas em pedaços e junte o suco de laranja, o suco de abacaxi, o iogurte desnatado e as folhas de hortelã. Em seguida, bata os ingredientes no liquidificador até que a mistura fique consistente. Sirva bem gelado!

Suco Aromático

do verão

Ingredientes:

  • 1/2 xícara soda limonada diet;
  • Alecrim fresco a gosto;
  • Gelo a gosto;
  • 1 fatia de melancia;
  • 1/2 xícara de chá de suco de laranja.

Modo de Preparo:

Bata tudo no liquidificador e sirva em seguida.

Suco de água de coco e morango

do verão

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de mel;
  • 5 folhas de hortelã orgânica;
  • 5 cubos de gelo picados;
  • 200 ml de água de coco;
  • 200 gramas de morangos.

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador a água de coco, os morangos, o mel e a hortelã até tudo ficar homogêneo. Acrescente os cubos de gelo e bata usando a tecla pulsar. Depois de pronto, coloque em um copo e sirva.

Suco de melancia com gengibre

do verão

Ingredientes:

  • 1 copo médio de melancia;
  • 1 colher de sopa de gengibre cheia;
  • 250 ml de água.

Modo de preparo:

Descasque e corte o gengibre em pedaços bem pequenos. Corte a melancia em pedaços grandes. Coloque a melancia, a água e o gengibre no liquidificador. Coe o suco numa peneira, leve à geladeira e depois sirva.

Suco de cascas de frutas

do verão

Ingredientes:

  • 3 xícaras de chá de cascas de frutas variadas;
  • 2 litros de água;
  • Açúcar a gosto.

Modo de Preparo:

Lave bem as cascas e bata no liquidificador com água. Em seguida, coe bem e adoce a gosto.

Suco de laranja com abóbora

do verão

Ingredientes:

  • Suco de 15 laranjas;
  • Açúcar a gosto;
  • Gelo;
  • 200 g de abóbora cozida.

Modo de Preparo:

Cozinhe a abóbora e bata no liquidificador com o suco de laranja e os cubos de gelo. Sirva assim que o suco estiver bem gelado.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O AVC nas mulheres jovens

VOLTA POR CIMA 

Gislaine (de blusa preta) teve um AVC aos 29 anos. Célia, aos 23. Amanda, aos 27. Fernanda, aos 31. Jovens e ativas, elas foram imobilizadas por um derrame. E voltaram
A engenheira Fernanda Tescarollo, de 33 anos, a moça de vestido preto na foto ao lado, é um exemplo da atual geração de mulheres superpoderosas. Perfeccionista, independente, duas vezes divorciada, progrediu rápido na profissão graças à combinação de trabalho duro e ambição. Ainda hoje, tem várias ambições. Quer voltar a lavar o rosto com as duas mãos. Quer ser capaz de imitar o Cristo Redentor, com os braços bem abertos, para corresponder a um abraço. Paulistana, mas apaixonada pelo Rio de Janeiro, quer se equilibrar sobre o salto alto e voltar a sambar na quadra da Mangueira. Exatamente como fazia até 2008, quando um acidente vascular cerebral (AVC) a obrigou a parar tudo e a rever tudo. “Se você não aprende a parar, a vida te para”, diz.
Fernanda tomava pílula anticoncepcional desde os 16 anos. Além disso, tinha crises frequentes de enxaqueca. Três vezes mais comum em mulheres, a enxaqueca aumenta o risco de derrame. Assim como a pílula. Na véspera do AVC, estava com dor de cabeça. Fernanda é funcionária de uma multinacional que fabrica lanternas e faróis para a indústria automobilística nacional e vivia um período de forte pressão. Tomou um analgésico e foi dormir. De manhã, continuava com dor. Enquanto se trocava para ir trabalhar, despencou no quarto. Sofreu um AVC extenso na região do lobo temporal direito. Os médicos precisaram submetê-la a uma cirurgia delicada. Uma parte da calota craniana foi retirada para que o cérebro tivesse espaço para inchar. Se isso não fosse feito, o edema cerebral aumentaria a pressão intracraniana e Fernanda morreria. Só depois de dois meses, a calota craniana foi recolocada. “Diante da gravidade do caso, a recuperação de Fernanda foi maravilhosa”, diz o neurologista Marcelo Annes, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Em 2008, o AVC provocou 97 mil óbitos no Brasil.
Ele mata mais que infarto, violência e acidentes
Fernanda faz parte de um grupo pouco conhecido de vítimas do AVC: o das mulheres jovens. Nos últimos cinco anos, 32 mil mulheres de 20 a 44 anos foram internadas nos hospitais do SUS por causa de AVC. Entre os homens da mesma faixa etária, houve 28 mil internações por AVC. A diferença é de 14%. Em todos os outros grupos etários (até os 19 e depois dos 50 anos), mais homens receberam tratamento. A partir dos 80 anos a situação voltou a se inverter. Como as mulheres são mais longevas, houve mais tratamento em pacientes do sexo feminino.
Na verdade, o total de jovens vitimadas pela doença pode ser ainda maior. Não se sabe quantas foram atendidas na rede privada e quantas simplesmente não receberam tratamento. Parte dos casos de AVC na juventude e na meia-idade é explicada pela exposição, cada vez mais precoce, a fatores de risco como hipertensão, colesterol alto, obesidade, diabetes. Isso ocorre em ambos os sexos. Mas existem situações capazes de aumentar o risco de AVC pelas quais só as mulheres passam. Eis as principais.


Uso de pílula anticoncepcional

Na maioria das mulheres, a pílula é segura. Se não fosse assim, todos nós conheceríamos alguma moça que teve um AVC depois de tomar anticoncepcional. Mas as que usam esse tipo de contracepção precisam saber que os hormônios aumentam a capacidade de coagulação do sangue. O mesmo pode ocorrer quando a mulher faz reposição hormonal na menopausa. Quem toma pílula ou faz reposição hormonal está mais sujeita a sofrer de trombose (formação de coágulos no interior de um vaso sanguíneo). E a trombose pode levar ao AVC. Algumas condições genéticas favorecem a ocorrência desse problema. Muitas vezes, porém, o AVC sofrido por uma mulher jovem é o primeiro da família. Foi o caso da engenheira Fernanda. “Em 99% dos casos, as moças não sabem que têm predisposição genética”, diz a neurologista Gisele Sampaio Silva, do Hospital Albert Einstein.

EM CIMA DO SALTO 


Fernanda (à esq.) na casa dos pais, em Itatiba, São Paulo. Ela quer voltar a sambar na quadra da Mangueira. Amanda (à dir.) numa casa noturna, em São Paulo. Ela celebra a vida dançando




Anticoncepcional e cigarro
A combinação de pílula e cigarro eleva em oito vezes o risco de AVC. O sangue dos fumantes torna-se mais propenso à formação de coágulos e a nicotina também enrijece as artérias que irrigam o cérebro. Logo, mulheres que fumam não devem tomar pílula. Quantas sabem disso? “Muitas fumam e não contam ao ginecologista”, diz a neurofisiologista Maristela Costa, do Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo. O inverso também é verdadeiro. Muitos médicos receitam pílula e não perguntam se a mulher fuma.
A gerente de produto Amanda De Tommaso Oliveira, de 31 anos, fumava desde os 15. Aos 27 anos, consumia um maço por dia e não tomava pílula. Para tentar reduzir um cisto no ovário, o ginecologista receitou-lhe um anticoncepcional. Após dez dias de uso, Amanda teve um AVC. Estava em casa, assistindo à TV, quando o braço esquerdo começou a ficar pesado. O desespero aumentou quando Amanda tentou pedir ajuda à irmã Isabela. Os pensamentos fluíam, mas ela era incapaz de pronunciar qualquer palavra.

Amanda sofreu um AVC pequeno na região frontal do cérebro, no lado direito. Passou três dias no hospital. Logo nas primeiras horas, a fala e os movimentos foram voltando. Desde o derrame, nunca mais colocou um cigarro na boca. Hoje leva vida absolutamente normal. Mas a experiência deixou marcas profundas. “O AVC não estava no meu script, mas me ensinou a valorizar cada instante”, diz Amanda. Em vez de pensar naquilo que quer ter, pensa no que já tem. “Tenho casa, família, amigos e pernas que me levam aonde eu quero. Já tenho tudo.”


Gordura abdominal


Novas evidências sugerem a existência de outro fator que torna as mulheres mais suscetíveis ao AVC: o acúmulo de gordura na região da cintura. Em fevereiro, um estudo apresentado na reunião anual da American Stroke Association chamou a atenção para esse fato. Na faixa etária dos 45 aos 54 anos, o AVC já é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens nos Estados Unidos. A conclusão foi baseada nos dados de mais de 2 mil participantes da pesquisa nacional sobre saúde e nutrição realizada em 2005 e 2006. “Nossa hipótese é que a gordura abdominal (mais comum nas mulheres) esteja aumentando o risco de AVC entre elas”, disse a ÉPOCA a neurologista Amytis Towfighi, da University of Southern California, em Los Angeles. A barriga eleva o risco de diabetes, hipertensão e colesterol alto. Três fatores que contribuem para a ocorrência dos derrames. A pesquisa de Amytis revelou que 62% das mulheres nessa faixa etária tinham obesidade abdominal. Nos homens, o índice foi de 50%. A pesquisadora suspeita que a incidência de AVC tenha aumentado também nas mulheres com menos de 35 anos.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019


Insatisfação sexual é queixa de 51% dos pacientes que sofreram AVC


Quando um paciente sofre um AVC (Acidente Vascular Cerebral), os médicos se atentam inicialmente as sequelas motoras e cognitivas, mas sabe qual assunto é dificilmente abordado? A vida sexual de quem sofreu um acidente vascular cerebral. "É claro que esse não é o primeiro assunto abordado na terapia, o paciente está de início precisa compreender como o AVC vai afetar a sua vida. Mas durante o desenvolvimento do trabalho o psicólogo procura abordar todas as áreas que envolvem o emocional, a satisfação com a vida em todos os aspectos", disse ao VivaBem Silvana Hartmann, psicóloga no Hospital Moinho dos Ventos, em Porto Alegre, durante XXI Congresso Iberoamericano de Doenças Cerebrovasculares, em Gramado (RS).
O aparecimento das queixa começa depois que o paciente volta para casa e começa a recuperar sua vida e rotina.

Hartmann afirmou que a sexualidade ainda é um tabu, ainda mais entre os idosos. "Geralmente o assunto aparece de forma discreta, mas conseguimos ampliar e mostrar a importância de conversar sobre, para buscar saídas. De forma geral, as mulheres são as que trazem com maior frequência esse relato, com esse medo de que antes do AVC tinha um casamento ótimo, mas depois ficou sem a vida sexual", completou.

De acordo com a psicóloga, a insatisfação moderada ou completa da vida sexual ocorrem em até 51% dos pacientes. Homens costumam apresentar disfunção sexual e diminuição da libido, e mulheres têm queda na lubrificação vaginal.

Os psicólogos incentivam a conversa sobre sexo para tentar ajudar os pacientes com uma saída, acabando com a angústia sobre o tema. "As causas podem ser multifatoriais e precisam ser identificadas. Pode ser por ansiedade, efeito de medicação, pode ter relação com a lesão sofrida no cérebro, déficits cognitivos e sensoriais, medo de ter outro AVC durante o sexo," enumera a psicóloga.

Após o relato do paciente, o profissional encoraja e ajuda que haja uma conversa sobre o tema com outros médicos, para compreender se não conseguir transar é uma sequela do AVC, é algo pessoal e emocional, ou uma mistura de ambos.

"Tem medicações que podem ser dadas, o assunto pode ser debatido na terapia para deixar de ser tabu, pode ser preciso fazer adaptações na forma de ter prazer, o paciente pode ter que se reinventar, conhecer outras formas de se relacionar, existe uma gama de caminhos". O importante é tirar mais essa agonia da cabeça de quem sofreu um AVC, e ajudá-la a voltar a ter satisfação sexual, uma vez que ter acidente vascular cerebral não precisa interromper a vida sexual.





Não quero ser forte.
Enxugo minhas lágrimas e sorrio. Sim, sorrio, porque sei que algo melhor está por vir, a vida me ensina a ser forte.
Se desistir é para os fracos, quero ser forte o suficiente para jamais desistir.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Dizem que idade de uma pessoa pode ser determinada pela sua flexibilidade corporal e a amplitude de movimentos. Existem diversos casos de indivíduos jovens com flexibilidade de 50 anos, assim como idosos saudáveis com movimentos de 30 anos. Como é de se esperar, se você não trabalha seus músculos, vai perdê-los. Caso passe grande parte do seu dia sentado ou inativo, reserve um tempo do seu dia (pode até mesmo ser um intervalo no trabalho) para fazer algumas sessões de alongamento. Se você já passou dos 40 anos, confira aqui 6 simples e efetivos exercícios que podem melhorar e muito a sua flexibilidade. Tente praticá-lo de 4 a 5 vezes por semana e sentirá a diferença!

Ombros Circulares
exerícios para flexibilidade
Por que fazer: Este exercício vai otimizar os movimentos dos braços e a parte superior das costas. É muito bom para quem tem problemas para alcançar as coisas ou praticar esportes como golfe, tênis e natação. Também ajuda a diminuir a tensão nos ombros e ajuda a abrir as costelas para que possamos respirar melhor.
Como fazer: Faça suaves movimentos circulares para trás com os ombros. Repita por 10 vezes e então realize o movimento contrário, para frente, também por 10 vezes.
Tenha cautela se sentir os ombros tremendo ou tiver dificuldade em realizar os movimentos e tente novamente no dia seguinte. Você também pode diminuir o número de repetições.
Alongamento do Trapézio
exerícios para flexibilidade
Por que fazer: Este músculo fica na parte superior das costas, na região lateral e posterior do pescoço e também os ombros. Passar muito tempo em frente ao computador ou dirigindo pode enfraquecer esse músculo, causando dores de cabeça e no pescoço.
Como fazer: Depois de fazer o exercício dos ombros descrito acima, coloque uma mão para trás e a outra sobre a cabeça. Lentamente leve a sua cabeça para o lado, como se fosse encostar a bochecha no ombro. Segure por 30 segundos e vagarosamente volte à posição normal. Repita o movimento com o outro lado. Você vai sentir o músculo do trapézio alongando, sentindo-se melhor.
Alcance dos Ombros
exerícios para flexibilidade
Por que fazer: Este exercício melhora a flexibilidade dos ombros e, dessa forma, proporciona maior alcance e flexibilidade na prática de esporte e atividades do dia a dia. 
Como fazer: Aproxime o braço estendido em direção ao peito. Com a outra mão, segure o braço e ajude-o a esticar. Você vai sentir o músculo do seu ombro alongando, e segure por alguns segundos para tornar o exercício eficaz. Repita o mesmo movimento com o outro braço. Depois, repita o exercício, desta vez dobrando os braços um pouco para cima ou para baixo, pois esses diferentes ângulos vão alongar partes diferentes dos seus ombros.
Alongamento do Pescoço
exerícios para flexibilidade
Por que fazer: Alongar o pescoço diminui a tensão na área, mantém a flexibilidade e fortalece os músculos. Fazer este exercício pode prevenir dores nas costas e evitar problemas de postura que costumam surgir com o avanço da idade.
Como fazer: Olhe para frente e mantenha os ombros alinhados. Vire a cabeça para a esquerda, o máximo que puder, e volte à posição normal. Então, faça o mesmo movimento, agora para a direita. Volte à posição normal e então faça um movimento como se estivesse olhando para baixo, para alongar a parte de trás do pescoço. Depois, vire o pescoço para o lado, como se quisesse encostar a orelha no ombro (mas sem mexer o ombro), nos dois lados. Esse exercício vai alongar praticamente todo o seu pescoço.
Alongamento do Quadríceps
exerícios para flexibilidade
Por que fazer: O músculo quadríceps femural fica no topo das coxas. Quando levantamos, são eles que impulsionam este movimento, além de atividades do dia a dia. Se você passar muito tempo sentado e não fortalecer esse músculo, pode ter dores e problemas de flexibilidade.
Como fazer: Fique perto de uma cadeira ou parede, segurando-a para manter o equilíbrio. Coloque a mão direita para trás, dobre a perna e segure a parte superior do pé direito, aproximando-o do glúteo. Para saber se está fazendo o exercício corretamente, verifique o seu joelho, que deve estar apontado para o chão. Enquanto isso, mantenha o corpo ereto e tente encolher a barriga, e assim também trabalha os músculos abdominais, fortalecendo também a parte de cima do quadríceps. Segure por 15 a 30 segundos e repita o movimento com a outra perna.
Alongamento dos Glúteos
exerícios para flexibilidade
Por que fazer: Evita problemas e dores no nervo ciático e na parte inferior das costas, muitas vezes causados por inflamações nos músculos e tendões nas nádegas.
Como fazer: Sente-se no chão, sobre um carpete ou esteira, com as pernas estendidas. Dobre a perna direita e leve o pé para trás da perna esquerda, próximo à coxa. A planta do pé deve estar totalmente no chão, o joelho dobrado, e a perna esquerda deve estar totalmente estendida. Leve a parte de cima do corpo para a direita, colocando a parte de trás do seu braço esquerdo sobre o joelho direito. Mantenha a posição até sentir uma profunda mas confortável sensação de alongamento no glúteo. Permaneça por alguns segundos e faça o exercício do outro lado.